domingo, 9 de agosto de 2009

Vontade.

Vontade de parar, de calar e de gritar, de jogar na cara, de perder o senso;
Vontade de elocubrar acerca das disposições e de tudo mais que for preciso;
E de querer ficar mesmo precisando ir.
Vontade daquilo que não se tinha, e que não se queria ver;
Mas que por intuição, ou puro saber, pôde ver, e via!
Quis pintar as notas de Vinícius ou de Chico,
Pra aquietar aquilo que a pouco se descortinava, como cinza frio, e azul pálido
Mãos frias...até pra pintar o meu nariz.
Vontade de sorrir e não querer!

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